quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Seu olhar, meu brilho

Como um sussurro, leve como o vento escuto sua voz me acorda daquele breve pensamento, e olhando em seus olhos encontrei meu ponto de partida, meu mapa, meu guia. Em seus olhos encontrei a calmaria, olhos seus que me fazem viajar por uma estrada longa, e sem destino, mistérios pelo caminho, olhos seus que me fazem viajar segura, sem medo da vida, sem medo da rua, e sem desespero. Ainda não sei como suportei tanto tempo, sem ver seus olhos, estava tudo tão longe quanto o tempo, como pude suporta um dia sem seu olhar pra me agüentar, me acalmar, e enfim me fazer se encontra em ti. Mais ainda sei que você sempre esteve ao meu lado, cuidando me amando, e me deixando segura, me guiando até um caminho que me levaria a ti, caminho esse pelo qual quase me perdi mais ao te ver logo em frente eu quis prosseguir, e cheguei, trazendo em minhas mãos a mais bela rosa do campo, rosa essa que tem tamanha importância para mim, ela é a demonstração do tamanho do meu sentimento por ti, muitos olhariam e diriam é pouco, é pequeno, mais você viu, o mesmo que eu vi, a elegância, o charme, o encanto, a formosura, o sentimento, o cheiro, a forma, e a cor. E então logo caio em seus braços, braços macios como um pecadinho de nuvem, esses braços que me fazem viajar por um lugar desconhecido, pelo meu paraíso, braços esses que me levam a lua, as estrelas, que me fazem voar e flutuar, e ao sentir sua mão leve passando calmamente sobre meus cabelos eu acordo, e o sorriso vem logo em seguida, dando-lhe um muito obrigado pela sua vinda!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Um gole, uma verdade, um sorriso

Só mais um gole da verdade que você jogou em minha cara, só mais um gole da sua burrice e assim poderei levantar dali e jogar pra fora tudo o que um dia eu quis dizer, dizer que meu amor por ti sempre foi puro, meu amor nunca foi essa bebida de bar de esquina, meu amor por ti é e foi como água cristalina, um dois mais puro, e você simplismente sorri, mais que pecado, mais que sorriso, e eu mais um vez falo sem parar, sem nem ao menos respirar direito, falo, e falo, porque quando eu quero eu falo, e você como sempre sorri, e me tira da minha concentração, e então me passa uma garrafa de vinho, bebi em só um gole, e era lá que estava todo o meu pecado, que pecado doce, que pecado bom, e você sorri, virou pra mim e me deu um pequeno papel, as marcas da sua mão estavam ali, e nele estava escrito, “eu sei”, aquilo fez meu sangue pulsar, meu ar ficar mais feroz, e minha voz aumentar, será que é possível tudo isso, eu grito, eu falo, eu berro e você simplesmente sorri, e me da a mão e diz que sabe, será que não teria como você olhar pra mim com aquele olhar sério, que eu tanto gosto e me mandar calar a boca, não, não há, teria como você me pegar pelo braço e me fazer tremer em suas mãos grossas e forte, não, não há, você age suavemente, me da a mão e mais uma vez consegue me acalmar com apenas um olhar, e naquele momento, em questão de um minuto tudo passa, tudo é apagado, e então podemos seguir novamente, sem paradas, sem destino como sempre!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Frágil

Arrumou um espaço dentro de mim, e sem noção, tomou totalmente o espaço, ali não cabia mais nada, nem mesmo o vento conseguia uma brecha, chegou não pediu licença, simplesmente sentou e não disse se quer uma palavra, percebes-te que seu lugar é aqui dentro de mim, dentro do meu coração, bobo e frágil, pelo qual pulsa toda vez ao te ver, pulsa forte, e rápido, pois anseia por mais e mais, te querer sem fim, e nesse caminho não me perco nem por um minuto pois você tomou conta de mim, e me guia, e assim vamos caminhando juntos, por lugares desconhecidos, pelo prazer da aventura, da emoção, e assim conseguir fazer eu me encontrar, pois você encontrou em minha alma, e retirou de lá tudo o que um dia eu ansiava saber!